Cinema

Viola Davis diz o que pensou de Jared Leto em “Esquadrão Suicida”: “ele é louco?”



Essa semana, a revista Vanity Fair divulgou uma entrevista em vídeo com a atriz Viola Davis em que ela revelou um pouco dos bastidores do filme “Esquadrão Suicida”, em que vive Amanda Waller, a responsável por unir a trupe de vilões.

A atriz de cara já foi comentando sobre a incorporação de Jared Leto ao personagem Coringa, que envolveu um porco morto e um rato de presente para a Margot Robbie, a Arlequina.

“O Coringa… Ele fez umas coisas más, o Jared Leto. Ele nos deu uns presentes horríveis. Ele chegou com um cara na sala de ensaios com um porco morto e jogou na mesa e depois saiu. Essa foi nossa introdução ao Jared Leto. Eu fiquei apavorada, pensando ‘ele é louco?’, mas depois eu tive que me recompor. Isso é comprometimento. E aí ele mandou para Margot Robbie um rato preto, ainda vivo. Ela gritou! Mas então ela ficou com ele.”

Mas além de falar sobre “Esqudrão Suicida”, a Viola conversou também com a Vanity Fair sobre sua personagem em “How To Get Away With Murder”.

“É ótimo ser um cara durão. Eu vou te dizer, eu posso ser bagunceira. Sabe, nós, garotas, não conseguimos ser assim. Estamos o tempo todo preocupadas com as pessoas gostarem da gente. Acho que a grande revelação é, aos 50 anos, ser uma mulher de pele escura que as pessoas estão entendendo que eu posso ser interessante, eu posso ser sexualizada, eu posso ser de verdade uma mulher. Eu acho que isso é muito progressivo”.
Além disso, a Viola falou também sobre ser a primeira mulher negra a vencer o Emmy de Melhor Atriz em série de drama no ano passado.

“Geralmente as lágrimas vêm, o alívio vem, mas foi uma falta de tudo isso. Porque eu senti que aquele momento era maior que eu, a primeira mulher afro-americana a ganhar o prêmio. Foi sobre como as mulheres de cor estão sendo incluídas na narrativa. Eu sempre quero que as pessoas entendam que sem oportunidade você não pode brilhar. Meryl Streep não seria Meryl Streep sem ‘A Escolha de Sofia’, ‘Um Grito no Escuro’ ou ‘O Diabo Veste Prada’. Funciona do mesmo jeito para a gente. Nós sempre queremos ser incluídas na narrativa, como uma parte da conversa. Eu sempre digo que porque nós somos 12,5% da população, não significa que nós queremos 12,5% da torta, a gente quer a torta inteira, assim como você. Nós queremos tudo, todas as coisas que podem mostrar nossos talentos.”
Por fim, a entrevistadora pede para a Viola falar que conselho ela daria para uma menina de 10 anos.

“Eu digo para a minha filha o tempo inteiro, ‘qual a sua parte mais importante?’, e ela responde ‘meu coração e minha cabeça, mãe’. Eu acho que essa é a melhor mensagem que eu posso dar para as jovens garotas por aí: ‘se ame, seja você’.”
Ah! A gente vai poder ver a Viola em “Esquadrão Suicida” quando o filme chegar aos cinemas brasileiros no dia 4 de agosto.

Autor: Redação Ferreguion

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